Inovação

A bem sucedida reindustrialização têxtil num país de marinheiros

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“São muitos os sinais que comprovam o sucesso da extraordinária capacidade de sobrevivência e adaptação à mudança da indústria têxtil portuguesa – que os mais crentes não hesitam em apelidar de milagre. No virar do século, o pensamento europeu dominante olhava a China como a fábrica do mundo e sonhava com o Velho Continente a viver confortavelmente à custa dos serviços, num ambiente clean, finalmente livre da poluição e ruído que a indústria tradicionalmente fazia. Mas algures no Norte de Portugal, um grupo irredutível de industriais têxteis resolveu resistir, fazendo orelhas moucas a este canto das sereias de Bruxelas e Lisboa, e teimosamente lutou por manter as suas fábricas a laborar. Não foi fácil continuar a navegar no mar tempestuoso que se seguiu ao desmantelamento do acordo Multifibras e à adesão dos países asiáticos à OMC. Foram muitas as empresas que não se aguentarem ao balanço e naufragaram. No entanto, contra ventos e marés, o essencial…

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Seda de aranha pode ser o material das roupas do futuro

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«O que é que aranhas e Moda têm em comum?» Tudo. Quem aguardava o início da conferência de David Breslauer na Web Summit estava, no mínimo, curioso. A resposta à questão sobre o que une as aranhas à Moda chegou passados alguns minutos: a seda de aranha e as suas múltiplas potencialidades, entre elas a aplicação na manufatura têxtil. O bioengenheiro, que, como ele próprio sumaria, limita-se a «estudar a natureza e tentar copiá-la», apontou a seda de aranha como o derradeiro material das roupas do futuro. «É mais forte que o aço e mais elástico que o elastano», diz Breslauer. Além disso, «é biodegradável, hipoalergénico e antibacteriano». «As aranhas produzem seis tipos de seda, de seis tipos de glândulas no seu corpo pequeno», explica. «É provavelmente o material, falando em fibras, mais duro, forte e elástico que conhecemos». Não desconfiávamos da força – afinal, o Homem-Aranha desloca-se através dela – mas as potencialidades da seda de aranha…

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Textilobo: o detalhe nos têxteis

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Textilobo, mais de 30 anos de experiência. O nosso dia a dia passa por ajudar os nossos clientes. O nosso conhecimento no sector, assim como os parceiros que selecionamos, dão-nos garantias de o ajudar. www.textilobo.com

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Textilobo

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TEXTILOBO,  uma história feita de dedicação e inovação. “Juntamos as boas ideias dos nossos clientes ao nosso saber fazer, com a atenção ao detalhe e cumprimento de prazos. Só assim seremos ambos vencedores.” Pedro Alves, CEO TEXTILOBO www.textilobo.com

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Malha com urtigas premiada em Munique

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Fazer malhas com urtigas? Sim, é possível. Chama-se Interlock Jacquard. Chama-se Interlock Jacquard, é uma das últimas novidades tecnológicas da Vilartex e acaba de ser distinguida com o High Tex Award para a área de Inovação da Munich Fabric Start. A feira, que é um dos mais prestigiados e importantes certames do sector têxtil, e a inovadora têxtil de Guimarães foi, por isso, uma das protagonistas maiores na cerimónia que teve na Key House da feira. E quem subiu ao palco foi o responsável pelas exportações da Vilartex, Carlos Coutinho, na foto o segundo a contar da esquerda. A par da inovação, o prémio destaca ainda as características de sustentabilidade da Interlock Jacquard, uma malha circular que se distingue por incorporar urtigas na sua composição. Ao algodão orgânico (73%) e às urtigas (13%), a nova malha associa ainda polyester (12%) e elastano (2%). Um produto que tem já grande procura por parte dos muitos clientes internacionais…

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Tecido com energia extra

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Investigadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos EUA, desenvolveram um tecido para armazenar energia a partir da luz solar e do movimento, que pode ser usada para carregar dispositivos como telemóveis. De acordo com a equipa de cientistas, o tecido de energia híbrida usa um tear normal para tecer células solares a partir de fibras de polímero leves e nanogeradores triboelétricos à base de fibras. «Este têxtil de energia híbrida apresenta uma nova solução para carregar dispositivos a partir de algo tão simples como o vento a soprar num dia de sol», explica Zhong Lin Wang, professor de ciência e engenharia dos materiais na Escola de Tecnologia da Geórgia. Os nanogeradores triboelétricos usam uma combinação de efeito triboelétrico – um efeito semelhante aos “choques” eletroestáticos – e indução eletrostática para gerar pequenas quantidades de energia elétrica a partir de movimentos mecânicos. Ao mesmo tempo, para a tecnologia de armazenamento de luz solar, a equipa…

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Materiais para o futuro

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Baterias flexíveis, tintas condutoras ou tecidos de aço inoxidável são alguns dos materiais já disponíveis que podem moldar o futuro do design. Parecem saídos de filmes de ficção científica, mas há novos materiais no mercado que, embora sejam ainda pouco usados, abrem um novo mundo de possibilidades para os designers. Andrew Dent, vice-presidente da Material ConneXion – que tem clientes como Armani, Calvin Klein, Hermann Miller, Disney e Nike – revelou à Fast Company alguns dos desenvolvimentos vanguardistas que acredita irem definir o design dos próximos anos. Grafeno Já muito falado, o grafeno tem excelentes propriedades de resistência (100 vezes superior ao aço), leveza e condutividade térmica e elétrica, mas é um material relativamente difícil de trabalhar. O nanorrevestimento de grafeno permite, contudo, que outros materiais sejam revestidos com o material, dando à maior parte deles as melhores qualidades do grafeno de forma eficiente e barata. Uma utilização possível em termos de design industrial é…

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Homens de saia e salto alto? Thom Browne diz que sim

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Está a ver bem: há dias, em Paris, Thom Browne fez desfilar a sua colecção masculina onde vários coordenados apresentavam saias e stilettos. Numa clara chamada de atenção, o estilista americano questiona: “Quando somos bebés vestimos a mesma roupa que os nossos irmãos e irmãs. Mas porque é que depois, quando crescemos, não podemos fazer as nossas próprias escolhas em vez de seguir o caminho que alguém nos aponta?”. O grito de revolta de Thom Browne está a ser agora comparado com a apresentação do Le Tuxedo, feito pela Yves Saint Laurent em 1966, onde a maison vestiu mulheres com o tradicional fato de homem – que ainda hoje se continua a usar. Numa altura em que a moda sem género arrecada cada vez mais terreno e tanto mulheres como homens lutam por direitos iguais no que às indumentárias diz respeito, a apresentação de Thom Browne na Paris Fashion Week traz de novo a discussão…

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Têxteis melhoram humor

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A manipulação dos padrões em têxteis pode influenciar a disposição das pessoas, funcionando como uma espécie de medicamento visual e, no futuro, como uma possível alternativa aos antidepressivos. George Stylios, professor de investigação sénior na Universidade Heriot-Watt, no Reino Unido, juntamente com a estudante Meixuan Chen, realizou um estudo onde examinaram as reações emocionais dos participantes a diversos padrões para determinar se podem ser manipulados para alterar a disposição. Como parte do estudo, os investigadores desenharam e produziram, a partir de um fio compósito electrocrómico criado para o efeito, quatro malhas inteligentes – psicotêxteis – que podem mudar entre dois tipos de padrões numa escala graduada. De acordo com os resultados, diferentes padrões geram atividade em diferentes partes do cérebro dos participantes que estão ligadas a certas respostas emocionais, o que significa que, ao mudar de padrões, os participantes podem mudar de uma emoção para outra. «Ao usar um tecido inteligente, significa que alguém pode…

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Zephlinear revoluciona têxteis

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Sem se enquadrar nas definições de tecido ou malha, o Zephlinear é uma nova estrutura têxtil não tecida produzida a partir de fio. Inventada pela investigadora britânica Sonia Reynolds, esta nova estrutura está atualmente nas mãos do Advanced Textile Research Group da Universidade Nottingham Trent, que se encontra a trabalhar no processo produtivo. «O Zephlinear não se parece com nada em termos dos processos conhecidos de produção de tecidos», afirma Sonia Reynolds no seu blogue. O novo tecido é fabricado através de uma nova técnica de entrelaçamento do fio. Embora o processo não tenha sido completamente desvendado por questões de propriedade intelectual, a equipa de investigação explica que as fibras mais finas podem entrelaçar-se de forma irreversível. O processo para criar o Zephlinear usa esta característica para entrelaçar apenas a fibra na superfície do fio. A dimensão do entrelaçamento só é visível ao microscópio, mas pode produzir uma estrutura com enorme resistência. Sonia Reynolds revela…

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